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Tênis no paraiso

 rqr-2Rio Quente Experience Tennis Weekend 2016

Um oásis em meio à natureza exuberante que compõe a paisagem do Cerrado brasileiro. São dezoito nascentes de águas quentes e correntes que formam as piscinas termais do Parque das Fontes, aberto 24 horas por dia. Outra atração é o Hot Park, eleito pelo segundo ano consecutivo um dos 10 melhores parques aquáticos do mundo pelo TripAdvisor, que conta com a Praia do Cerrado, toboáguas, o Xpirado, além do Bird Land que abriga 300 animais recolhidos pelo IBAMA. A mega tirolesa, com visão panorâmica de todo o complexo, a 60 metros de altura, e o Eko Aventura Park também são imperdíveis para os amantes de esportes de aventura.

O Rio Quente Resorts é, sem dúvida, um destino imperdível. Estar no complexo de 497 mil metros quadrados, eleito por dez anos o melhor resort do Brasil pela revista Viagem e Turismo, é uma experiência incrível. Mas, acompanhar grandes nomes do esporte em ação e jogar tênis neste paraiso é uma experiência perfeita e inesquecível. É nesse clima que, há três anos, acontece o Rio Quente Experience Tennis Weekend, com clínicas de tênis, torneio Pro-Am e belas exibições para os hóspedes e convidados, nas charmosas quadras do complexo.

Quadras que, por treze anos, foram palco do Future Tennis Classic Rio Quente Resorts, onde muitos  brasileiros conquistaram seus primeiros pontos no ranking da ATP, entre eles Franco Ferreiro, André Ghem, Marcelo Demoliner, Alexandre Simoni, Caio Zampieri, Julio Silva, Marcelo Melo e Bruno Soares. Gilles Muller, de Luxemburgo, e os argentinos Leonardo Mayer e Brian Dabul também ergueram seus trofeus por lá. Em 2012, o torneio foi elevado à categoria Challenger e passou a ser chamado Rio Quente Resorts ATP Challenger Tour, distribuindo US$ 35 mil em prêmios e hospedagem. Foi lá que Guilherme Clezar conquistou o primeiro título de simples, em 2012. No ano seguinte, Fabiano de Paula e Marcelo Demoliner levaram o caneco nas duplas.

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Andrés Bella: das quadras para as galerias de arte

 AB Hearts"Heart at Work" feita com pedaços de raquetes e tinta spray em moldura de madeira: 1,94m x 1,55m de puro amor pelo esporte e pela arte

Ele descobriu o tênis nas quadras públicas do bairro de Queens, Nova York. Lá, começou a desenvolver a competitividade no esporte e também a criatividade para a arte, influenciado por metrôs e edifícios cobertos por grafite. O talento natural para o esporte fez com que se tornasse o capitão da equipe de tênis da primeira divisão da Universidade Quinnipiac. Disputou uma partida com James Blake - ex-número 4 do ranking da ATP - ainda na escola e até instalou persianas no apartamento de John McEnroe, um dos maiores jogadores da história.

Mas, o grande legado de Andrés Bella não está dentro da quadra ou ao lado de grandes nomes do esporte. A técnica, a tática, a criatividade e o talento deste apaixonado por tênis, exprimem-se através da arte. Bolinhas, raquetes, cordas, overgrips e grommets saem das quadras diretamente para suas obras, feitas exclusivamente com estes materiais usados para a prática da modalidade. O objetivo é olhar o passado para compreender o presente e influenciar o futuro, desconstruindo os aspectos da competição humana para expor os elementos de nossa existência.

Andrés Bella já expôs suas obras em locais como Dorian Grey Gallery, Sunday’s Auction House, Artworks ADL, Town Tennis Club, Vanderbilt Tennis Club, Midtown Tennis Club, em Nova York, no Milford Indoor Tennis Club, em Milford, Connecticut, na The Froelich Gallery, em Nashville, Tennesse, e no Citi Open (ATP 500 de Washington D.C.). Mas não é preciso ir até os Estados Unidos para conhecer este belo trabalho. O Tennis Report mostra, com exclusividade pra você, os incríveis retratos que reproduzem grandes nomes do esporte, as belíssimas telas em tinta, as obras de arte, o ateliê e a história de sucesso deste artista tão apaixonado por tênis quanto a gente. Confira!

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A nova Tory Sport

 tory Flatiron    E 1.1.0.0Tory Burch inaugura primeira loja Tory Sport, em Nova York

Em tempos de outfits cada vez mais distantes da proposta e da história do esporte, nada como uma “nova velha moda” para resgatar a identidade das quadras. Enquanto as marcas de sportswear mais tradicionais e conceituadas atolam o mercado com coleções visualmente poluidas e, muita vezes beirando a bizarrice, renomados estilistas resgatam a essência da moda no tênis.

Dessa vez, o refresco para os olhos – e para as quadras – vem de uma marca feminina que procura sempre se reinventar e se lançar em grandes desafios. Com mais de 170 lojas pelo mundo, a americana Tory Burch acaba de abrir a primeira loja específica para sua linha esportiva. O sucesso da pop up store (loja temporária) aberta em setembro de 2015 no bairro Nolita, em Nova York, foi tão grande que se transformou em loja fixa na 5 Ave.

Na Tory Sport, as sessões são divididas por esporte: corrida, ginástica/academia, natação, golfe, linha “coming and going” com peças para andar nas ruas após a prática do esporte e, claro, tênis! São roupas, bolsas e acessórios cheios de estilo e com preços razoáveis a partir de US$ 35 dólares. Se estiver em Nova York, vale a pena dar uma passadinha para conhecer a loja, que tem uma decoração linda, inspirada no universo dos esportes. A coleção também está disponível para venda na loja online.

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A gangorra traiçoeira de Melo/Soares

MeloSoaresBruno Soares e Marcelo Melo entre os dez melhores do mundo no ranking de duplas da ATP

Por Matheus Martins Fontes, de São Paulo

No ranking da ATP, o Brasil está muito bem representado no top 10 de duplas. Marcelo Melo é o atual número 1 do mundo após um 2015 espetacular em que conquistou quatro troféus, incluindo o de Roland Garros. Já Bruno Soares, 10º do mundo, começou com tudo essa temporada faturando o Australian Open nas duplas e duplas mistas. Logo quem não acompanha de perto o circuito já coloca a dupla mineira como ampla favorita para o ouro nos Jogos Olímpicos do Rio.

Por isso é normal vermos fãs e até amigos da imprensa que não cobrem tênis diariamente questionarem: “Por que os dois não jogam juntos no circuito?”. Isso já aconteceu. Entre 2010 e 2011, Melo e Soares dividiram o mesmo lado da quadra, mas não obtiveram os resultados esperados e resolveram terminar a parceria.

Desde então, os ex-parceiros só se juntam esporadicamente em torneios onde os companheiros fixos não estão jogando, e, é claro, sempre nos confrontos de Copa Davis. Na competição entre países, Melo e Soares têm retrospecto invejável, com direito a vitória sobre os irmãos Bryan dentro dos Estados Unidos. Tudo isso faz com que os brasileiros entrem em todo torneio com a “obrigação” de ganhar. Qualquer resultado fora disso, seja em Grand Slam, Masters 1000 ou nos ATPs 500 e 250, é encarado como decepção. Ou como ouvi muito em São Paulo, durante o Brasil Open, um “fracasso”.

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Uma causa anim-au-au-au

auauCostela em ação no Brasil Open (Foto: Leandro Martins/DGW Comunicação)

Eles são fofos, lindos e têm algo em comum com o público presente no Clube Pinheiros: AMAM a bolinha amarela! Os Cãodulas - cães gandulas - atrairam todos os olhares, de crianças, jovens e adultos, e roubaram a cena na quadra central do Brasil Open.

Para substituirem os boleiros, os simpáticos cãezinhos foram adestrados para pegar as bolinhas de tênis e se divertiram muito correndo pra lá e pra cá, durante o treino entre o espanhol Roberto Carballes Baena e o português Gastão Elias, realizado antes da sessão noturna no ATP 250 de São Paulo. Por trás da diversão, uma causa nobre: incentivar e divulgar a importância da adoção de animais abandonados.

Frida, Costela, Mel e Isabelle, as novas estrelas das quadras, são alguns dos pets resgatados pela ABEAC - Associação Bem-Estar Animal Amigos da Célia, que abriga mais de mil cães e gatos e é uma das ONG’s que contam com o apoio do Instituto PremieR Pet, que há muitos anos fornece alimentos para diversos abrigos no Brasil.

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