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Tênis paralímpico: emoção, inspiração e superação

ParalympicsGB Rio 2016 wheelchair tennis teamTenistas da equipe inglesa paralímpica RIO 2016 (Foto: Federação Inglesa do Desporto para Deficientes/EFDS)

Um dia de muita inspiração, emoção e inclusão social por meio do esporte. Foi assim que o grupo de atletas amadores da ONG Empresto Minhas Pernas by Fast Wheels acompanhou os treinos dos tenistas da equipe inglesa paralímpica, antes dos Jogos Rio 2016. Os integrantes do projeto sediado em Santos, litoral paulista, tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos melhores atletas do mundo na modalidade paralímpica, que os receberam na Academia Play Tennis, em São Paulo.

Além da tradição no tênis, a Inglaterra veio com um time de peso para os Jogos RIO 2016. Entre os grandes nomes da equipe estão: Jordanne Whiley (ranking 4) e Lucy Shuker (ranking 7), Louise Hunt (ranking 13), Alfie Hewett  (ranking 14), Dave Phillipson (ranking 24), Marc McCarroll (ranking 20), Gordon Reid (ranking 5), Andy Lapthorne (ranking 4), Jamie Burdekin (ranking 7) e Antony Cotterill (ranking 9).

Doz dez jogadores, oito integraram o time que disputou a última edição dos Jogos Paralímpicos. Entre eles, três subiram ao pódio em Londres 2012: Jordanne Whiley (prata), Lucy Shuker (bronze) e Andy Lapthorne (prata). E três foram campeões de Grand Slam recentemente: Jordanne Whiley (duplas Roland Garros e Wimbledon 2016), Gordon Reid (duplas Australian Open, Roland Garros e Wimbledon 2016) e Andy Lapthorne (simples Australian Open 2014 e duplas Roland Garros 2016).

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A Passarela Olímpica

rio 2016Cerimônia de abertura Rio 2016

Uma passarela de luzes, alegria e patriotismo. O espírito olímpico invadiu o Maracanã e o Centro de Tênis no Rio de Janeiro, dando o tom e ditando a moda no maior evento esportivo do planeta. Da cerimônia de abertura ao último dia de competição, os atletas do tênis deram um show de elegância, mostrando que fair play é uma tendência eterna, em qualquer lugar do mundo.

O amor pelo país também é um item indispensável no dia a dia dos tenistas que participaram da Rio 2016, afinal esta edição não valeu pontos no ranking, nem distribuiu premiações em dinheiro, como manda uma das tradições olímpicas. Mesmo assim, alguns dos melhores do mundo mostraram que vestir a camisa é fundamental na carreira de um atleta, um exemplo a ser seguido no esporte e também na moda.

Além de muito bem representado por Caroline Wozniacki, Rafael Nadal, Andy Murray e Gilles Muller na cerimônia de abertura, o tênis também fez bonito nas quadras do complexo olímpico. Jogadas incríveis, partidas emocionantes e belos uniformes roubaram a cena. Confira quem subiu no pódio e garantiu medalha, dentro e fora das quadras, na Rio 2016.

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Nicolás Massú: suor, lágrimas e ouro

 massu atenasNicolás Massú, único tenista a conquistar duas medalhas de ouro na mesma edição dos Jogos Olímpicos, em Atenas 2004 (Foto: Agência/Reuters)

Superação: passar por todas as dificuldades, ir além dos limites, transcender, triunfar. O filósofo grego Platão já dizia: "Vencer a si próprio é a maior de todas as vitórias". Mas, melhor do que qualquer frase ou definição é ver essa incrível capacidade virar realidade. Não apenas uma vez. Foi assim, pouco a pouco, superando todos os limites físicos e mentais, que Nicolás Massú entrou definitivamente para a história do esporte mundial. O palco: Grécia, berço da filosofia e do esporte.

Foi em 2004, em Atenas, que o chileno se tornou o único tenista a conquistar duas medalhas de ouro na mesma edição dos Jogos Olímpicos. A primeira, nas duplas, veio ao lado de Fernando González, após vitória sobre os irmãos Bryan nas quartas-de-final e depois de uma batalha de 3 horas e 43 minutos na final diante de Rainer Schuettler e Nicolas Kiefer. A segunda, em simples, veio para coroar o duelo final de 4 horas com Mardy Fish, e uma dura estreia contra Guga Kuerten. As partidas, que refletiram o verdadeiro espírito da Grécia Antiga, mudaram para sempre a vida “del Vampiro”, apelido pelo qual é conhecido no circuito.

Com o início da Olimpíada no Rio de Janeiro, os olhos do mundo se voltam para mais uma edição do maior espetáculo esportivo do planeta e o tênis relembra o feito histórico de uma das lendas do esporte chileno. O Tennis Report bateu um papo com Nicolás Massú, durante sua última visita ao Brasil. O campeão dos ATPs de Buenos Aires, Amersfoort, Palermo, Kitzbuhel e Brasil Open 2006, falou sobre a carreira, a paixão pela Copa Davis, a relação com Fernando González e Marcelo Ríos, os recentes casos de doping no esporte, os bons momentos vividos no Brasil, a conquista olímpica e muito mais. Confira!

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O museu de Rafael Nadal

 museu rafael-nadalA história de Rafael Nadal no Sport Xperience Museum

Um espaço interativo com jogos, simuladores, objetos pessoais e inúmeros troféus conquistados ao longo da carreira, desde os campeonatos juvenis até os mais recentes títulos em torneios ATP, Masters 1000 e Grand Slams. A história de sucesso de um dos tenistas mais importantes da Era Aberta agora está registrada no Sport Xperience Museum. Presentes dados por atletas e amigos de outros esportes como Pau Gasol, Jorge Lorenzo, Fernando Alonso, Messi e Ronaldo também fazem parte do incrível acervo.

O museu, aberto ao público, fica dentro do mega complexo Rafa Nadal Sports Centre, que ainda está em fase de construção em Manacor, sua cidade natal. O objetivo do futuro centro internacional de tênis de alta performance, patrocinado pelo tenista espanhol, é atrair jovens do mundo todo, com idades entre 8 e 17. O local vai contar com uma escola, um centro de treinamento de tênis - com quadras outdoor e indoor, academia, piscina coberta, salas de recuperação e um campo de futebol - e também uma área para residência dos estudantes.

O orçamento do projeto está avaliado em cerca de 20 milhões de euros e Nadal vai arcar com 5% dos custos da construção, para ajudar a promover o tênis na Espanha. O Rafa Nadal Sports Centre também vai abrigar a sede da Fundação Rafa Nadal, que utiliza o esporte como forma de inclusão social de crianças menos favorecidas de Manacor. O Tennis Report mostra um pouquinho do museu pra você!

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Bola Dentro: a partida para uma vida melhor

BD 2Flávio Saretta, novo embaixador do Bola Dentro

As quadras do Parque Villa-Lobos celebraram uma data importante na história da inclusão social, por meio do tênis, no Brasil: os 11 anos do Projeto Bola Dentro que, desde 2005, se dedica à formação sócio-educativa de crianças e adolescentes de baixa renda, residentes em áreas de vulnerabilidade da cidade de São Paulo.

Crianças, jovens, profissionais do tênis e incentivadores do esporte se reuniram para acompanhar a apresentação dos novos uniformes e o desafio de duplas disputado entre alunos e representantes das novas empresas patrocinadoras: Itaú, Rede e Raízen. Após a cerimônia de premiação, Flávio Saretta foi anunciado como embaixador e porta-voz das atividades sociais do Bola Dentro e o público relembrou os grandes momentos vividos pelo tricampeão do Aberto de São Paulo. O evento terminou com um brunch e um bolo de aniversário para os convidados.

“É uma sensação incrível. Nessas horas percebo que todo o esforço valeu a pena. Um projeto sério, onde muitas crianças e jovens são transformados em cidadãos, em pessoas melhores e o mais gratificante: através do esporte que mais amo. Estou muito honrado e emocionado com o convite. Levarei para onde eu for o nome do Bola Dentro”, diz Saretta.

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